Quando penso em inovação, porém, não estou falando de tecnologias avançadas ou de reinventar a roda. Refiro-me ao costume diário de estar aberto a alterar um ponto de vista, a propor uma forma mais rentável de produção, a ouvir o colega ao lado que tem um estilo de pensar diferente, uma orientação sexual distinta, uma nacionalidade de costumes ímpares. Pautar a empresa para o acolhimento da diversidade e da inclusão já é um grande passo para pensar de outra maneira e aceitar o novo.
Como realmente engajar os colaboradores na inovação? É preciso tocá-los na alma. Estamos lidando com corações e mentes, e ambos tem de estar conectados para uma pessoa ter o hábito e a vontade de inovar.
Vamos começar pelos líderes, os principais responsáveis por nortear as trilhas que levarão à mudança. Estimular a cultura da inovação passa pela liderança positiva, que promova abertura e comunicação livres, que estimule entre os colaboradores novas ideias, aprendizado e desenvolvimento constantes para alcançar resultados. Programas estruturados para desenvolver competências de gestão de pessoas, alinhados com os propósitos da empresa, são campos fertéis para ter essa liderança.
Não paro de estudar a inovação. Descubro que inovar não é inventar, mas disciplina, hábito, cultura e necessidade. E, no caso da minha profissão, é cuidar bem das pessoas para que elas evoluam e inovem.
HSM Management, Denise Horato
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