quarta-feira, 28 de março de 2018

Mudança

Você sabia que, na China, há lojas do Walmart que entregam os produtos comprados pelo site em 30 minutos a um custo equivalente a US$ 1? Quem contou isso foi Doug McMillon, CEO mundial do grupo supermercadista, na NRF 2018, o big show do varejo mundial em Nova York, do qual acabo de voltar. McMillon afirmou que o Walmart está se tornando uma empresa de tecnologia e, por isso, está lançando duas academias para retreinar seus funcionários em torno de uma cultura de mudança, compatível com uma empresa de tecnologia.

Siga a recomendação que James Curleigh, presidente da Levi's, fez na NRF: tenha um pé na tradição, mas ponha o outro no futuro.

Semiótica de Produto:


Conhecimento Colaborativo

Isso modifica as relações e o conhecimento. Na obra Cibercultura, Pierre Levy fala em aspiração de construção de um laço social, que não seria fundado nem sobre ligações territoriais, nem sobre relações institucionais, nem sobre as relações de poder, como de costume. O laço se apoiaria na reunião de pessoas em torno de centros de interesses comuns, no compartilhamento do saber, no aprendizado colaborativo, nos processos abertos de colaboração. Ou seja, a dimensão informativa e o conhecimento substituiriam as relações hierárquicas e haveria um particular processo de descentralização.

HSM Management.

Semiótica de Produto:



Inovação

Quando penso em inovação, porém, não estou falando de tecnologias avançadas ou de reinventar a roda. Refiro-me ao costume diário de estar aberto a alterar um ponto de vista, a propor uma forma mais rentável de produção, a ouvir o colega ao lado que tem um estilo de pensar diferente, uma orientação sexual distinta, uma nacionalidade de costumes ímpares. Pautar a empresa para o acolhimento da diversidade e da inclusão já é um grande passo para pensar de outra maneira e aceitar o novo.
     
Como realmente engajar os colaboradores na inovação? É preciso tocá-los na alma. Estamos lidando com corações e mentes, e ambos tem de estar conectados para uma pessoa ter o hábito e a vontade de inovar.

Vamos começar pelos líderes, os principais responsáveis por nortear as trilhas que levarão à mudança. Estimular a cultura da inovação passa pela liderança positiva, que promova abertura e comunicação livres, que estimule entre os colaboradores novas ideias, aprendizado e desenvolvimento constantes para alcançar resultados. Programas estruturados para desenvolver competências de gestão de pessoas, alinhados com os propósitos da empresa, são campos fertéis para ter essa liderança.

Não paro de estudar a inovação. Descubro que inovar não é inventar, mas disciplina, hábito, cultura e necessidade. E, no caso da minha profissão, é cuidar bem das pessoas para que elas evoluam e inovem.

HSM Management, Denise Horato

Semiótica do Produto:


Ambiguidade e Antagonismo

Um exemplo de ambiguidade ocorre quando os gestores fingem que estão apoiando determinada iniciativa, chegam a discursar sobre as ações, mas não a aceitam de fato. São favoráveis à meritocracia apenas na presença de seus líderes ou de outras pessoas que defendem a iniciativa, mas depois se comportam de maneira ambígua. Isso enfraquece a gestão, gera dúvidas e promove decisões confusas... Embora o antagonismo tenha sido mencionado por quase todos os autores e pesquisadores sobre a cultura brasileira, vou abordar uma analogia do antropólogo Roberto Damatta. Ele coloca o brasileiro em duas perspectivas: pessoa e indivíduo. Enquanto pessoa, tem como ambiente sua casa, é protegido por suas relações, pela complacência, pelo reconhecimento superior de suas qualidades e  conta com um colo para acolhê-lo, mesmo quando falha. Enquanto indivíduo, seu ambiente é a rua, expõe-se a riscos, é chamado a demonstrar suas capacidades e a se sujeitar a normas e regras e às autoridades, que o tratam sem considerar relações ou laços sanguíneos.

HSM Management.





China e Israel

Depois de 50 anos liderando revoluções tecnológicas como as dos computadores e da internet, o Vale do Silício corre o risco de ver sua hegemonia abalada por startups chinesas e israelenses, entre outras... A China é o grande mercado para investimentos em startups hoje, confirma Rodrigo Marques, diretor do escritório de investimentos Dez à nona, que já investe no Vale do Silício. Marques recentemente percorreu China, Coreia do Sul, Emirados Árabes, Israel e Japão pesquisando os ecossistemas desses países e ficou bem impressionado. Existem três pontas do ecossistema que estão bem sólidas nesses países:  o empreendedor, as universidades e o investidor, garante ele.

HSM Management.



Skank - É uma partida de futebol - Design Mercantil Inc.





Video Promocional

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sexta-feira, 23 de março de 2018

Exposição de Arte Contemporânea - Everson Fonseca - Alagoas





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Carnes de Laboratório

A startup Impossible Foods criou um hamburguer com produtos naturais de origem não animal, como aveia, soja, óleo de coco, batatas e um ingrediente chamado "heme", que funciona como a levedura na fermentação da cerveja, dando o cheiro e o gosto de carne. Embora o heme seja encontrado em animais, o usado pela Impossible foi sintetizado de plantas. Remover animais da alimentação tem sido uma meta de várias startups, como a Beyond Meat, que vende hamburgueres sem carne em lojas como Whole Foods e Safeway, e a Memphis Meats, que, em 2016, lançou a primeira almôndega de carne in vitro. Esses produtos, consumidos por não vegetarianos em 80% dos casos, ainda tem baixa escala devido ao preço: enquanto que 500 gramas de carne moída de boi custam US$ 3,50 no varejo dos EUA, 500 gramas de carne de plantas saem por US$ 12,00 - mas eles eram 99% mais caros quatro anos atrás. A reportagem provou o Impossible Burger no restaurante Umami Burger, de Palo Alto, pagando US$ 16,00, e achou uma delícia!

HSM Management

Semiótica do Produto:


Empreendedor

Você falhará. Muitas vezes. Se for bem-sucedido, terá sido a custa de sangue, suor, lágrimas e inúmeras falhas. O fracasso é parte da vida, especialmente para empreendedores. Alguns falham a ponto de quebrar seu negócio logo nos primeiros anos, outros experimentam muitas pequenas falhas ao longo do caminho. Um empreendedor experiente sabe que não existe sucesso ou fracasso, mas narrativas.

HSM Management

Semiótica do Produto:


Empresas Inovadoras

O professor da USP comenta, por fim, que inovação exige pessoas qualificadas, que sejam capacitadas a transformar ideias, dispostas a perguntar mais do que responder e a ouvir mais do que falar. Ele destaca três medidas: a melhoria da qualidade da engenharia brasileira especificamente, o critério meritocrático e foco na produção de conhecimento novo - é o que alimentará empresas e universidades.
     a boa notícia é que o Brasil não está partindo do zero. Apesar de não termos uma verdadeira coalizão de empresas, universidades e agências públicas, nos últimos 30 anos o Brasil construiu, como diz Arbix, um conjunto empresarial dinâmico - as empresas inovadoras brasileiras investem praticamente o mesmo que a média dos países da OCDE, uma forte comunidade científica, um marco legal na área e instituições de apoio ao desenvolvimento tecnológico - mesmo que haja alguma instabilidade nelas. Essa é uma base respeitável.

Semiótica do Produto:


Internet das Coisas

A internet das coisas (Io T, na sigla em inglês) será a mudança mais substancial na produção de bens desde a Segunda Revolução Industrial. A afirmação é do especialista em estratégia da Harvard Business School Michael Porter, que destaca a IoT em meio ao conjunto de dez tecnologias usualmente associado à indústria 4.0 - capaz de transformar a economia e o dia a dia da população de maneira tão ou mais impactante do que robótica avançada, tecnologias cloud ou mesmo a internet móvel.
     O plano de IoT foca quatro segmentos de negócios: cidades, saúde, zona rural e industria - de base (petróleo, gás e mineração) e manufatureira (têxtil e automobilístico), escolhidos pela agenda de inovação já em curso e por seu impacto projetado na economia brasileira.

Semiótica de produto:


quinta-feira, 22 de março de 2018

Semiótica do Perfume Naomi Campbell

A semiótica do perfume Naomi Campbell através de fotos e imagens. Uma leitura e significado do produto, envolvendo a arte, o design, a fotografia e o comércio.



Design Thinking V

Uma vez que o design thinking se refere às fases iniciais do processo de inovação, as equipes não devem focar os lucros, mas o aprendizado... Mesmo que o projeto fracasse, o aprendizado conquistado levará a melhores questionamentos na próxima iniciativa.
Muitas empresas investiram ingenuamente em treinar funcionários em metodologia de design thinking e se decepcionaram quando não perceberam um resultado tangível na forma de inovações.
Inovar é um processo inerentemente social que abrange não apenas inventar algo, mas também convencer as pessoas a fazer algo de maneira diferente. Por isso, um programa de design thinking tem de estar conectado à dinâmica social da organização para ser bem-sucedido. Sem os mecanismos de apoio corretos, os resultados desejados provavelmente não serão alcançados mesmo.

HSM Management



Design Thinking IV

Melhor do que monitorar a evolução de 12 a 15 iniciativas, eles devem perseguir um único objetivo de design thinking por vez.
As equipes devem incluir funções pertinentes, como marketing, vendas, gestão de produtos e pesquisa e desenvolvimento.
Como o design thinking se refere às fases iniciais do processo de inovação, as equipes têm de focar o aprendizado, não os lucros.

HSM Management



Design Thinking III

Para extrair o máximo de um exercício de design thinking, as pessoas dessas áreas devem adotar uma atitude "é possível" e focar sua energia criativa em explorar outras maneiras em que as coisas podem ser feitas. Isso requer um tipo especial de liderança - aquela capaz de viabilizar uma cultura apoiadora da inovação em domínios tradicionalmente conservadores e avessos ao risco.
Em projetos de alto grau de inovação, a expectativa deve se situar em torno do volume de aprendizado que se produz, e não no resultado monetário. Ter muito cedo foco no dinheiro, ou em outras métricas afins, pode desestimular a criatividade e, ironicamente, reduzir a possibilidade de resultado lucrativo em longo prazo.

HSM Management



Design Thinking II

É lógico: se uma pessoa nunca foi encorajada a ver a inovação como parte de seu trabalho e se lhe disseram que não era boa em inovar, provavelmente ela levará isso a sério. Especialização pode reduzir fricção e aumentar o conforto no exercício de uma função, mas também diminui a probabilidade de uma fagulha criativa acender.

HSM Management



Design Thinking I

As iniciativas de design thinking deveriam evoluir no ambiente corporativo do seguinte modo: um desafio de inovação bem definido é apresentado a uma equipe treinada, que conduzirá pesquisas para entender melhor o problema. Com base em seus insights, o grupo propõe uma série de soluções, começa a construir protótipos e, no final, identifica uma oportunidade de negócios nova e lucrativa.

HSM Management.



sexta-feira, 16 de março de 2018

Influenciador

"Os estímulos de um influenciador geram diferentes reações. Comentários positivos ou a divulgação de uma experiência são as mais comuns, mas a glória é quando há a criação de padrões de consumo. Um estudo recente da agência norte-americana GnAck mostra que 94% das pessoas acreditam no que é dito pelos criadores de conteúdo digital. Já a pesquisa da Tomoson descobriu também que os influenciadores captam mais clientes do que a busca orgânica e o marketing por email."

Leonardo Pujol, HSM Management.



Influencers

"... No Brasil, cada vez mais empresas acionam influenciadores digitais em seu marketing, contratando youtubers, blogueiros e celebridades regionais. Estes usam seu poder na internet e, como se fossem velhos amigos dos seguidores, legitimam marcas, produtos e serviços... O Brasil já conta com uma enorme gama de recrutadoras e consultorias especializadas em influenciadores, como IQ, BuzzMonitor, BR Media, Celebryts, Coletive, Digital Stars e Squid. Até novas vagas e carreiras também vem a reboque do fenômeno, como o analista de métricas, o produtor de conteúdo e o gestor de comunidade e de relacionamento.
     Agências originárias de outras áreas, como a Cross Networking, que se dedica a promover parcerias entre marcas, criaram núcleos para trabalhar exclusivamente com marketign de influência."



Novas Possibilidades

1. Captar sinais externos de mudança: Use dados granulares, em tempo real e implícitos sobre tendências e preferências do consumidor. Explore novos métodos, como biometria e análise neural. Olhe além do óbvio, acesse novas fontes de informação, como mídias sociais e dados provenientes de produtos com tecnologia inteligente.

2. Fazer achados inéditos: Aprenda a extrair padrões dos sinais de mudança. Crie um mecanismo fácil para visualizar as informações, a fim de possibilitar a detecção de padrões.

3. Utilizar as descobertas para impulsionar processos que agregam valor, como inovação: As informações dos consumidores devem ser organizadas de modo que possam ser facilmente consultadas por todos os stakeholders dentro da companhia e, assim, estar integradas ao processo decisório, além das fronteiras de vendas e marketing.

4. Envolver a estrutura, os sistemas, a cultura e as lideranças em um modelo orientado por informações externas: As empresas precisam aumentar sua área de contato, expondo as atividades internas à realidade externa.




Crescimento

"O objetivo nesse caso é possibilitar que CI execute e mantenha a transformação. Exemplos: ampliar o papel dos profissionais mais talentosos; revisar descrições de cargos; desenvolver planos de carreira; criar programas de rodízio para futuros líderes; definir programas de treinamento e desenvolvimento; vincular a remuneração ao desempenho.

HSM Management.



Conceito de Empresa de Baixo Custo para o País

"... Ele aponta que a principal razão para esse crescimento foi o fim do controle do preço das passagens exercido pelo governo até o início dos anos 2000. A tarifa média, desse período até 2016, caiu de R$ 700,00 para R$ 323,00. Também contribuíram para a expansão das viagens a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) e o consequente aumento da renda do brasileiro, verificados sobretudo até 2010. Nas palavras do presidente da Abear, o hábito de voar deixou de ser de uma pequena elite e passou a integrar o cotidiano da população brasileira.
     O executivo Paulo Sérgio Kakinoff acrescenta um terceiro fator ao exuberante crescimento do setor: a criação, em 2001, da Gol Linhas Aéreas Inteligentes, que introduziu no mercado brasileiro o modelo de operação com frota padronizada, o qual permite flexibilidade no uso das aeronaves e proporciona importante racionalização de custos, revertida em benefícios aos passageiros na forma de tarifas menores e serviços mais adequados aos viajantes. A Varig, ícone da aviação brasileira citada por Sanovics, foi comprada em 2007 pela Gol."

Costábile Nicoletta, HSM Management.



quarta-feira, 14 de março de 2018

Relações Pessoais

Os últimos dez ou quinze anos testemunharam a mais forte transformação da história ocidental. Mais do que as pessoas, as relações entre elas estão mudando, ou seja, a configuração que mantêm com os colegas, as instituições, a hierarquia e as marcas. O que mudou principalmente com a disseminação das tecnologias digitais foi o design relacional.

O valor de uma empresa é influenciado pelo papel que ela ocupa em toda a sociedade, não apenas no mercado. Entram na pauta confiança, lealdade, ética etc.



sábado, 10 de março de 2018

Core Business

"A volatilidade dos nossos mercados de trabalho, do Brasil e da Argentina, está nos aproximando de países como os Estados Unidos, que dão uma tremenda força à especialização. O movimento dos trabalhadores é semelhante ao das empresas, que cada vez mais focam em seu core business, aquilo em que realmente são excelentes."

Roberto Roldán, entrevista para Você S.A.



Tipos de Profissionais

"Sempre haverá dois tipos de pessoa: as que trabalham porque querem segurança e uma vida normal, e as que trabalham para aprender, aumentar a sua credibilidade e, daí, conseguir mais trabalho."

Roberto Roldán, entrevista para Você S.A.



Especialidade

"As empresas, para crescer e alcançar melhores resultados, precisam concentrar-se em sua especialidade. E fazê-lo com excelência."

Fabiana Corrêa, Você S.A.



quinta-feira, 1 de março de 2018

Empreendedorismo

"José Luiz Osório, presidente da Comissão de Valores Mobiliários, percebeu um dado revelador do ambiente em que os negócios dos empreendedores germinaram: um Brasil pós-privatização. A maioria dos vencedores atua em setores que eram monópolio do Estado de São Paulo há cerca de uma década, diz."
Rodrigo Vieira da Cunha, Você S.A
Obs.: Como são setores em que o Estado é detentor de monopólio há cerca de 10 anos. Pode-se concluir que para um negócio valer a pena, é preciso ao menos uma dedicação de 10 anos no mínimo. Dentre esses 10 anos, o empreendedor precisa dedicar-se para alcançar: capacidade de apresentação, relevância da história pessoal e do negócio, pioneirismo e inovação, visão do negócio, conhecimento e comprometimento com o negócio, liderança e habilidade de execução; e criatividade.



Psiologia Organizacional

        "As teorias de Taylor e Fayol (1903) dão origem à organização mecanicista, cujo objetivo principal é a produtividade e o lucro....