O professor da USP comenta, por fim, que inovação exige pessoas qualificadas, que sejam capacitadas a transformar ideias, dispostas a perguntar mais do que responder e a ouvir mais do que falar. Ele destaca três medidas: a melhoria da qualidade da engenharia brasileira especificamente, o critério meritocrático e foco na produção de conhecimento novo - é o que alimentará empresas e universidades.
a boa notícia é que o Brasil não está partindo do zero. Apesar de não termos uma verdadeira coalizão de empresas, universidades e agências públicas, nos últimos 30 anos o Brasil construiu, como diz Arbix, um conjunto empresarial dinâmico - as empresas inovadoras brasileiras investem praticamente o mesmo que a média dos países da OCDE, uma forte comunidade científica, um marco legal na área e instituições de apoio ao desenvolvimento tecnológico - mesmo que haja alguma instabilidade nelas. Essa é uma base respeitável.
Semiótica do Produto:

Nenhum comentário:
Postar um comentário