A internet das coisas (Io T, na sigla em inglês) será a mudança mais substancial na produção de bens desde a Segunda Revolução Industrial. A afirmação é do especialista em estratégia da Harvard Business School Michael Porter, que destaca a IoT em meio ao conjunto de dez tecnologias usualmente associado à indústria 4.0 - capaz de transformar a economia e o dia a dia da população de maneira tão ou mais impactante do que robótica avançada, tecnologias cloud ou mesmo a internet móvel.
O plano de IoT foca quatro segmentos de negócios: cidades, saúde, zona rural e industria - de base (petróleo, gás e mineração) e manufatureira (têxtil e automobilístico), escolhidos pela agenda de inovação já em curso e por seu impacto projetado na economia brasileira.
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