segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Arte e Humanismo

"Novos gestos, novos sinais, novas imagens em relação com novas exigências expressivas. Nenhuma mania iconoclasta anarcóide, nenhum equívoco comentário de ilustrativismo científico, senão encontro liberdade, catártico reverso para um abrir-se de nova consciência."

"Nossa exigência será resgatar os signos e as cores de todas as indolências, de todos os vícios para a grande aventura para o nascimento expressivo de uma nova condição humana."

"Se ontem a arte significava sentir e fazer, hoje significa talvez conceber e fazer fazer. Se no passado a duração da obra se baseava na excelente qualidade dos materiais, na perfeição técnica e na habilidade manual, hoje se baseia no conhecimento de uma possibilidade de recriar, multiplicar e difundir."

"Através dos comentários dos diferentes artistas contemporâneos podemos sentir a preocupação pela expressão. Não há necessariamente uma unicidade de pensamento. Existe, isto sim, uma procura de verdades que se inserem nos dinamismos psicológicos de cada ser, trazendo naturalmente uma nova maneira de ver o mundo que rodeia o ser humano. Neste sentido a expressão artística sofrem os conflitos que se refletem numa discussão a respeito da validade da representação do significado que se quis  colocar e, principalmente, da virtualidade da própria obra como consequência de um sentir eminentemente humano."

Psicologia da Arte, Juan Jose Morino Mosquera. Editora Sulina, 1973.







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