"Empreendimentos jovens, que ainda não têm uma marca forte, podem se beneficiar do poder de fogo dos marketplaces. Esses portais que vendem produtos e serviços de diversas empresas servem de vitrine, embora dificultem o contato direto entre clientes e fornecedores.
Os marketplaces têm um volume de audiência que dificilmente seria conquistado por uma pequena marca, além de serem familiares ao consumidor final, o que garante credibilidade no processo de compra, diz Tiago Dalvi, diretor-executivo da Olist, que funciona como uma loja de departamentos dentro dos portais de venda...
Segundo Renata Dias, supervisora de um e-commerce, 80% do faturamento vem de gigantes on-line como a B2W (que reúne Americanas, Submarino e Shoptime) e Casas Bahia."
Flávia G. Pinho, Folha de São Paulo, 18 de fevereiro de 2018.

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