É como se o dia-a-dia deles fosse meio hobby, meio trabalho. Há uma energia ainda maior do que a normal que emana dessas pessoas e, por estarem trabalhando com algo que amam, parecem incansáveis e indestrutíveis.
Normalmente os empreendedores têm essas características. Apaixonam-se por seus projetos e se tornam heróis da resistência. Mas, nas pessoas que "fazem o que gostam", isso me parece ainda maior, uma vez que não só o negócio que as apaixona, mas todas as pequenas etapas dele são realizadas com enorme prazer. Percebe-se, conversando e convivendo com elas, que coisas que seriam muito chatas para a maioria das pessoas, para elas é puro desfrutar. Vê-se que encaram tarefas que exigem muito sacrifício com a mais pura naturalidade ou até mesmo tirando enorme satisfação delas e que, se não se tratassem de hobbies e paixões, dificilmente seria possível.

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